Será que os defensores ferrenhos das escolas cívico-militares vereadores, prefeito, vice e cia matricularam seus filhos e netos na escola PTQ?
Ou será que eles seguem, muito confortáveis, matriculados no Sagrado, no Anglo e na Coopen?
Porque o discurso é bonito no palanque: “disciplina”, “ordem”, “modelo exemplar”.
Mas, curiosamente, esse “modelo” nunca chega à sala de aula dos filhos de quem decide.
Para o filho do trabalhador, a experiência.
Para os herdeiros do poder, a escolha.
Para uns, a escola que “dá certo”.
Para outros, a escola que garante o futuro.
No fim das contas, a dúvida permanece:
se a escola cívico-militar é tão boa assim… por que não é boa o suficiente para os filhos deles?
Márcio Tavares - Presidente PT Novo Horizonte-SP