O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31). Lula tem 47,1% das intenções de voto, contra 42,6% de Flávio. Outros 10,3% disseram não saber, votar em branco ou nulo.
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
LULA SEGUE LÍDER
Chegou ao fim mais uma Festa do Peão de Barretos.
Presidente Lula, Henrique Prata e Ministro Padilha
E, infelizmente, parte do espetáculo aconteceu longe da arena: brigas, confusões, “agro influencers” transformando álcool, ostentação e violência em conteúdo para ganhar likes. No meio disso, ainda sobraram insultos ao presidente Lula.
terça-feira, 25 de agosto de 2026
O QUE O 22 TEM QUE ATRAI TANTO ESSA GENTE?
Primeiro foi Goleiro Bruno, condenado pelo assassinato de Eliza Samudio. Depois, Guilherme de Pádua, condenado pelo assassinato de Daniella Perez. Também tivemos Flordelis, condenada por mandar matar o próprio marido.
Agora aparece Cristian Cravinhos, condenado pela participação no assassinato dos pais de Suzane von Richthofen, declarando voto em Flávio Bolsonaro, do PL, número 22.
E tem mais: Cravinhos ainda revelou que pensa em entrar para a política.É uma sequência de apoios que chama atenção e provoca uma pergunta inevitável:
O que será que essa turma enxerga no 22 para se identificar tanto?
E a ironia fica ainda maior quando alguém condenado por participar de um duplo homicídio justifica seu voto falando justamente em segurança, redução da criminalidade e combate à impunidade.
O Brasil realmente produz cenas que nenhum roteirista teria coragem de escrever.
ROUANET NÃO PODE. PIX DA PREFEITURA PODE?
Sabe o que é curioso em parte do sertanojo ligado ao bolsonarismo? O problema nunca parece ser o dinheiro público é quem recebe.
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
LULA VAI ONDE O BRASIL REAL PRECISA DELE: NO HOSPITAL, NÃO NO CAMAROTE
Não, Lula não vai à Festa do Peão de Barretos. Lula vai ao Hospital de Amor. Vai onde tem gente lutando pela vida, levando investimentos para quem realmente precisa.
segunda-feira, 17 de agosto de 2026
MUITO MÍ, MÍ, MÍ
Alguns “patriotários” querem jogar no colo do governo Lula o fechamento de lojas da Casas Bahia, repetindo a velha ladainha de que “a economia brasileira está quebrada”.
Pois bem, vamos aos fatos.
O “Louro José” do bolsonarismo, Luciano Hang, parece não ter recebido o memorando sobre essa tal economia quebrada. A Havan faturou R$ 18,5 bilhões em 2025, crescimento de cerca de 16%, e registrou aproximadamente R$ 3,4 bilhões de lucro líquido o maior de sua história.
Curioso, não?
Se o Brasil estivesse simplesmente “quebrado”, como explicar uma grande varejista batendo recorde de faturamento e lucro justamente no governo Lula?
E o caso da Casas Bahia é bem mais complexo do que a narrativa política tenta vender. A empresa já vinha passando por uma profunda reestruturação financeira e operacional. Em 2025, inclusive, o grupo alcançou GMV recorde de R$ 44,7 bilhões, com crescimento de 8,8% sobre 2024. O comércio eletrônico cresceu 12,1% naquele ano.
O problema é que vender muito não significa necessariamente ter uma empresa financeiramente saudável. Dívidas, juros, despesas, estrutura de custos e decisões administrativas também pesam e muito.
Além disso, o varejo mudou. O consumidor compara preços pelo celular, compra pela internet, recebe em casa e muitas vezes encontra no comércio eletrônico preços menores. Isso naturalmente obriga gigantes tradicionais a reverem o tamanho e o papel de suas redes físicas.
O próprio Magalu mostra essa transformação: em 2025 foram cerca de R$ 65 bilhões em vendas, dos quais aproximadamente R$ 44 bilhões vieram do comércio eletrônico.
Portanto, usar o fechamento de lojas de uma empresa específica como “prova” de que o Brasil inteiro quebrou é transformar um problema empresarial complexo em slogan político.
Se uma empresa fecha lojas, dizem que é culpa do governo.
Quando outra bate recorde histórico de faturamento e lucro no mesmo país e no mesmo período, aí convenientemente esquecem de falar da economia.
Economia séria se discute com dados, contexto e comparação não escolhendo apenas o número que confirma a narrativa política do dia.
Maria Fernandes - Membra do Diretório PT e Empresária do ramo alimentício