sexta-feira, 26 de junho de 2026

OLHA QUEM APARECEU!


Coincidência ou calendário eleitoral? O paraquedista Marco Vinholi some por anos e, quando a eleição se aproxima, reaparece distribuindo discursos e tentando colocar o próprio nome em obras feitas com dinheiro público.

Agora vem a história de ser o "pai da Estrada do Taquaral" estrada essa que até o momento não saiu do papel. O eleitor sabe diferenciar propaganda de realidade. Obra pública não tem dono, tem pagador de impostos.

ANTES DA TRETA, MICHELLE E FLÁVIO ERAM UNIDOS PELOS CHEQUES DE QUEIROZ

 


Enquanto o Game of Thrones bolsonarista deixa mortos e feridos nas redes, convém lembrar que Michelle e Flávio Bolsonaro já estiveram unidos por algo mais sólido que vídeos-bomba e desculpas ensaiadas: os cheques de Fabrício Queiroz.

A ex-primeira-dama hoje se apresenta como vítima do enteado agressivo, após relatar ter sido maltratada, humilhada e apunhalada por ele. Deu uma aula de política ao senador. Já Flávio tentou estancar a sangria junto ao eleitorado feminino e religioso com um pedido de desculpas que mais parecia peça de controle de danos. Mas a guerra pelo espólio simbólico de Jair Bolsonaro não apaga o passado.
Queiroz fez depósitos de R$ 89 mil na conta da ex-primeira-dama. O operador das rachadinhas, segundo o MP-RJ, desviava dinheiro público do salário de servidores do então gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio que depois seria lavado com a compra de imóveis e através de uma loja de chocolates. Jair Bolsonaro disse na época que o dinheiro era devolução de empréstimo, mas nunca provou nada, claro.
O caso acabou arquivado após decisões do STF e do STJ, sem julgamento de mérito. A treta entre madrasta e enteado é real, mas essa disputa pelo comando da extrema direita é travada por gente que, não faz tanto tempo, dividia mais do que holofotes. Dividia cheques.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

A militância, a defesa da mulher e as pontes construídas por Janja

 Primeira-dama assume coordenação do Pacto Contra o Feminicídio e vai viajar pelo país. À Rede PT de Comunicação, ela fala de preconceitos que sofre, de sua história com o partido e de como enxerga seu papel


Janja gosta de ser chamada pelo apelido. O sobrenome que carrega hoje vem acompanhado de uma enorme responsabilidade institucional, ao que responde, como ela mesma define, com a construção de pontes e diálogos dentro do Governo Lula. A primeira-dama Janja Lula da Silva assume, agora, a coordenação do Pacto Brasil Contra o Feminicídio e começará a fazer viagens pelo país para acompanhar ações nos estados de combate à violência contra a mulher.

Em entrevista à Rede PT de Comunicação, Janja compartilha reflexões sobre o início de sua militância no partido aos 15 anos, sua trajetória política, sua atuação na articulação de políticas públicas do governo federal e os desafios enfrentados pelas mulheres brasileiras.

“Militante de carteirinha do Partido dos Trabalhadores”, como ela se apresenta em seus perfis nas redes sociais, Janja destaca que sua consciência feminista foi construída na experiência concreta da vida, do trabalho e da luta coletiva. Foi por insistência dela que o presidente Lula se empenhou na construção do Pacto Contra o Feminicídio envolvendo os Três Poderes, o que o presidente reconheceu publicamente.

“Eu sou uma feminista que aprendeu na luta e na vivência. Ao longo da vida, sofri diferentes tipos de assédio que, por formação cultural patriarcal, eu nem tinha consciência que eram assédios.”

Em relação à atuação como primeira-dama, Janja rejeita visões conservadoras que tentam limitar o papel das mulheres à esfera privada. Como companheira de Lula, ela explica que seu trabalho consiste em articular diferentes áreas do governo, conectando ministérios, estados e iniciativas que dialogam entre si. Fazer o que ela sabe e o que fez em sua vida profissional: ouvir, promover diálogos, entender por que algumas coisas não estão funcionando, sobretudo nas políticas de proteção à mulher. “Eu fui tomando consciência do meu lugar no mundo enquanto mulher e das responsabilidades que eu tinha para poder falar com outras mulheres.”

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20 anos da Lei Maria da Penha

 Há 20 anos, a Lei Maria da Penha mudou a forma como o Brasil enfrenta a violência contra as mulheres.

Uma conquista construída pela luta de mulheres que se recusaram a aceitar o silêncio, a impunidade e o medo.
Seguimos defendendo proteção, acolhimento e justiça para todas.



📝 NOTA DE CORREÇÃO

 Viemos fazer uma correção no texto publicado sobre o incidente envolvendo um senhor na manhã desta quarta-feira, 24 de junho, na cidade de Catanduva.

Ao contrário do que foi informado anteriormente, o senhor não caiu do ônibus. A queda aconteceu já na calçada, logo após ele desembarcar.
O senhor, que possui mobilidade reduzida em razão da idade e de diversos problemas de saúde, permanece no hospital Padre Albino. Neste momento, às 23h38, ele e sua esposa ainda aguardam a liberação médica para retornarem a Novo Horizonte.
Vale lembrar que ele havia se deslocado até Catanduva para realizar um exame agendado às 11h, no AME. No entanto, em decorrência da queda, precisou ser encaminhado ao Hospital Padre Albino, onde permanece desde então.
Também é importante registrar que o motorista do ônibus prestou todo o amparo e a assistência necessária no momento do ocorrido.
Fazemos esta retificação para esclarecer os fatos e evitar interpretações equivocadas.

Briga entre Michele e Flavio expõe racha na família

Ex-primeira-dama descreveu episódio em que ela e o senador divergiram sobre aliança com chapa de Ciro Gomes na eleição do Ceará.

No fim da tarde de quarta-feira (24), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) publicou um depoimento em suas redes sociais em que diz ter sido maltratada e humilhada por Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro como candidato à Presidência nas eleições de outubro. Em dois vídeos, Michelle expõe uma briga com Flávio e diz que eles não se falam desde o fim de 2025. 

A discussão dos dois envolve a disputa pelo palanque do PL no Ceará, em que o partido tentou se aliar com o ex-governador Ciro Gomes (PSDB) -- apoio criticado por Michelle (leia mais abaixo). A ex-primeira-dama alega que não fez o depoimento com o objetivo de ser candidata no lugar de Flávio Bolsonaro ao rebater "fofoqueiros vazadores" de informação que, segundo ela, dizem que ela ficou incomodada com a escolha do senador como presidenciável.