sexta-feira, 22 de maio de 2026

Flávio "Rachadinha" cai e Lula aparece à frente em 1º e 2º turnos


Pesquisa divulgada hoje pela Futura/Apex mostra que o presidente Lula (PT) está à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em cenários de 1º e 2º turno das eleições.

O que aconteceu

Lula ganhou vantagem após áudio de Flávio. Na pesquisa divulgada em 11 de maio, o atual presidente estava em empate técnico com o candidato do PL, no 1º e 2º turno

Desde então, Flávio perdeu 2,9 pontos percentuais na pesquisa espontânea e recuou 4,7 pontos no cenário de segundo turno contra Lula. A mudança do eleitorado ocorre depois da divulgação do áudio pelo Intercept Brasil, em 13 de maio, em que Flávio Bolsonaro pede dinheiro para financiamento de um filme ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso nas investigações de fraudes do Banco Master

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas, em 878 cidades do país, durante os dias 15 e 20 de maio. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-06529/2026


Espontânea

Lula (PT): 37,9% -- era 34,9% em 11 de maio (+3 p.p)

Flávio Bolsonaro (PL): 24,9% -- era 27,8% (-2,9)

Romeu Zema (Novo): 1,9% -- era 2% (-0,1)

Ronaldo Caiado (PSD): 1,2% -- era 1,9% (-0,7)

Primeiro turno

Lula (PT): 42,7% - era 38,3% em 11 de maio (+4,4 p.p)

Flávio Bolsonaro (PL): 35,6% - era 36,1% (-0,5)

Romeu Zema (Novo): 3,9% - era 3,6% (+0,3)

Ronaldo Caiado (PSD): 3,3% - era 4,4% (-1,1)

Segundo turno: Lula x Flávio Bolsonaro

Lula (PT): 47,7% - era 44,4% em 11 de maio (+3,3 p.p)

Flávio Bolsonaro (PL): 42,2% - era 46,9% (-4,7)

Não sabem/Não respondem: 1,2% - era 1,9% (-0,7)

Ninguém/Branco/Nulo: 9% - era 6,7% (+2,3)



FAKE: Caderneta da Gestante do governo Lula legaliza o aborto ou substitui o termo "mães" por "pessoas que gestam"


As postagens que circulam  afirmando que a nova Caderneta da Gestante do governo Lula legaliza o aborto ou substitui o termo "mães" por "pessoas que gestam" como regra única são classificadas como enganosas ou distorcidas por verificadores de fatos e órgãos oficiais.
Aqui estão os pontos centrais para entender a polêmica:
  • Terminologia Inclusiva: Críticos e parlamentares de oposição afirmam que o documento utiliza a expressão "pessoas que gestam" em substituição a "mães". Na realidade, o Ministério da Saúde utiliza termos inclusivos em seções específicas para abranger homens trans e pessoas não-binárias que podem engravidar, mas o termo "mãe" e "mulher" continua sendo amplamente utilizado em todo o material de saúde pública.

  • Legalização do Aborto: É falso que o governo tenha legalizado o aborto via caderneta ou nota técnica. A interrupção da gravidez no Brasil segue permitida apenas nos três casos previstos em lei: risco de vida para a gestante, gravidez resultante de estupro e anencefalia fetal.
  • Direitos Legais: A caderneta atualizada costuma informar sobre os direitos da mulher, incluindo o acesso ao aborto legal nas situações permitidas pela lei brasileira, o que é frequentemente interpretado de forma distorcida em redes sociais como uma "promoção" da prática.
  • Contexto Político: Essas publicações ganharam força após a revogação de notas técnicas de gestões anteriores que tentavam impor limites temporais (semanas de gestação) para o aborto legal, mesmo onde a lei não previa tais prazos.
Para verificar a versão oficial e atualizada do documento, recomenda-se consultar o portal do Ministério da Saúde.

quinta-feira, 21 de maio de 2026

A hipocrisia contra os pobres

 
Causa indignação ver certos líderes religiosos vivendo no luxo, desfrutando de privilégios e ostentação, enquanto atacam justamente a parcela mais sofrida da população brasileira. O pastor Cláudio Duarte

Márcio Tavares
gerou revolta ao comparar trabalhadores pobres e beneficiários do Bolsa Família a “porcos que comem lavagem”. Uma fala cruel, desumana e carregada de preconceito social.

O pastor ressalta que quem vive de benefício do governo “não vale nada”. Mas fica a pergunta: esse preconceito vale apenas para os pobres? Ou ele também se estende aos grandes empresários e aos barões do agronegócio que recebem bilhões em incentivos fiscais, perdões de dívidas, subsídios e financiamentos públicos? Porque, sem a ajuda bilionária do Estado, muitos desses setores estariam enfrentando enormes dificuldades econômicas neste exato momento.

O povo que recebe auxílio social não é vagabundo e muito menos merece ser humilhado. São milhões de trabalhadores, mães de família, idosos e desempregados que enfrentam diariamente a fome, o desemprego e a desigualdade. Muitos sobrevivem graças a programas sociais porque o Brasil ainda é um país profundamente injusto.

É contraditório ver alguém que prega fé, solidariedade e amor ao próximo usar palavras de desprezo contra os mais humildes. Enquanto trabalhadores acordam cedo, pegam ônibus lotado e lutam para colocar comida dentro de casa, certos líderes preferem atacar os pobres ao invés de questionar privilégios dos verdadeiramente poderosos.

A verdadeira grandeza não está na ostentação, mas no respeito ao povo simples. Nenhuma fé que humilha pobres pode se dizer comprometida com justiça social, dignidade humana ou com os ensinamentos de compaixão que tanto dizem defender.

Por: Márcio Tavares - Assessor Parlamentar e Presidente do PT de Novo Horizonte-SP

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Haddad sobre os Bolsonaro e Vorcaro: ‘Focinho de porco, rabo de porco, orelha de porco’

 


Ao comentar a divulgação dos áudios e mensagens de conversas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o banqueiro Daniel Vorcaro, o pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, disse que está cada vez mais evidente a proximidade do dono do Banco Master com a família Bolsonaro. Os áudios foram revelados pelo portal Intercept Brasil.

“Não existe uma possível relação entre os Bolsonaro e o Master: é uma coisa só. O Daniel Vocaro foi autorizado a operar pelo presidente do Banco Central indicado pelo Jair Bolsonaro. Jair Bolsonaro recebeu doação de campanha do Daniel Vorcaro. O ministro da Casa Civil [Ciro Nogueira, que comandou a pasta no governo Bolsonaro] tem relação com Daniel Vorcaro. O ministro da Secom (Comunicação) do Bolsonaro [Fabio Wajngarten] tem relacão com o Vorcaro (…) A ministra de Bolsonaro [Flávia Arruda, que foi ministra da Secretaria de Governo] tem relação com Vorcaro [o marido dela foi sócio de Vorcaro no Banco Master]”, listou Haddad, em entrevista a jornalistas.

“Tem focinho de porco, rabo de porco, orelha de porco…Toda a relação do Daniel Vorcaro é com o governo Bolsonaro. Vorcaro é o rebento do governo Bolsonaro”, afirmou Haddad.

O ex-ministro da Fazenda lembrou, ainda, da chamada “Emenda Master”, inicialmente apresentada por Ciro Nogueira no Senado, que previa o aumento da garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). “Ia quebrar o sistema financeiro. Nosso Governo abortou a aprovação da Emenda Master”, enfatizou.

Haddad pontuou ainda o absurdo de normalizar um pedido de R$ 134 milhões, feito por Flávio Bolsonaro a Vorcaro, como se isso fosse uma quantia recorrente. “O Brasil virou essa cleptocracia que virou porque as pessoas perderam a noção do ridículo, não tem mais noção de proporção… O cara pede R$ 134 milhões! Toda a producão cinematográfica do Brasil em cinco anos não dá isso”, comparou.

‘Dark Horse’: Produtora de longa sobre Bolsonaro nunca fez nenhum filme.

 Por Malu Gaspar e Rafael Moraes Moura — Brasília

O GLOBO
20/05/2026

Proprietária da Go Up Entertainment, produtora responsável pelo polêmico filme “Dark Horse”, a jornalista Karina Ferreira da Gama nunca lançou nenhum filme, nem no Brasil e nem no exterior. Além da Go Up, as outras duas empresas que constam no sistema da Agência Nacional de Cinema (Ancine) no nome de Karina – a Go7 Assessoria e a ONG Instituto Conhecer Brasil – também nunca registraram nem lançaram nenhuma produção em território nacional, seja em cinema, TV aberta ou fechada.
As informações foram levantadas a pedido da equipe do blog pela Ancine, agência que regula o mercado de cinema e audiovisual brasileiro.
Karina entrou no projeto do filme pelas mãos do deputado federal Mario Frias (PL-SP), que assina o roteiro de “Dark Horse”, sobre a carreira política de Jair Bolsonaro. O filme está no centro da crise instalada pela revelação de que o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (RJ), cobrou milhões de reais do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, supostamente para o financiamento da obra.
Após uma série de reportagens do Intercept Brasil, Flávio reconheceu ter captado R$ 61 milhões de Vorcaro, pagos por meio de uma empresa ligada a ele para um fundo administrado pelo advogado de imigração de Eduardo Bolsonaro. Nenhum deles explicou por que era necessária a intermediação do fundo, o que levantou a suspeita de que o dinheiro na verdade estivesse sendo usado para financiar o autoexílio do filho 03 nos Estados Unidos.
Os dados da Ancine sobre a GoUp reforçam as suspeitas. De acordo com a agência, a produtora teve o registro confirmado em 9 de julho de 2025 e está em situação regular, mas nunca lançou nenhum filme, seja no cinema, na TV aberta ou fechada.
Aparentemente, a empresa foi formada para fazer o filme de Bolsonaro. O contrato social na Junta Comercial de São Paulo inclusive mostra uma alteração do objeto e das atividades econômicas, em junho de 2025. Embora negue que tenha sido o caso, a sócia da Go Up, Karina reconhece que o dinheiro para a produção de “Dark Horse” começou a entrar em março de 2025, vindo do fundo mantido pelo advogado Paulo Calixto no Texas.
Só depois disso a Go UP conseguiu seus registros na Ancine e na Receita Federal

FIM DA ESCALA 6X1 SOB ATAQUE

 


Veja quem são os deputados federais com votos em NOVO HORIZONTE que querem postergar o fim da escala 6x1.

Deputados com votos em Novo Horizonte assinaram no Congresso Nacional uma emenda apresentada à PEC 221/2019, que propõe que a redução da jornada de trabalho só entre em vigor 10 anos após a publicação da eventual mudança constitucional.
Além disso, eles querem manter a jornada de até 44 horas semanais para atividades classificadas como “essenciais”.
Em ano de eleições, é fundamental entender quem está do lado da classe trabalhadora e quem quer retirar direitos!