segunda-feira, 31 de agosto de 2026

LULA SEGUE LÍDER

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31). Lula tem 47,1% das intenções de voto, contra 42,6% de Flávio. Outros 10,3% disseram não saber, votar em branco ou nulo.

Nos demais cenários de segundo turno testados, Lula segue na liderança. Contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente registra 46,6%, ante 41% do ex-governador de Goiás – 12,3% afirmaram não saber, votar em branco ou nulo.
Contra Romeu Zema (Novo), Lula tem 47%, enquanto o governador de Minas Gerais aparece com 40,7%. O percentual de branco, nulo ou indecisos é de 12,3%.
No cenário de primeiro turno apresentado pela pesquisa, o atual presidente também lidera, com 43,4% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece em segundo, com 33,7%.
A pesquisa Atlas/Bloomberg ouviu 5.014 pessoas entre 25 e 30 de agosto de 2026, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07972/2026.

Chegou ao fim mais uma Festa do Peão de Barretos.

Presidente Lula, Henrique Prata e Ministro Padilha


E, infelizmente, parte do espetáculo aconteceu longe da arena: brigas, confusões, “agro influencers” transformando álcool, ostentação e violência em conteúdo para ganhar likes. No meio disso, ainda sobraram insultos ao presidente Lula.

A ironia é grande.
Lula pode não frequentar a Festa do Peão, mas é recebido no Hospital de Amor de Barretos para falar de algo muito mais importante: recursos públicos, atendimento e vidas que precisam ser salvas.
O Barretão nasceu gigante, carregando a cultura sertaneja, o peão, o trabalhador do campo e uma tradição construída durante décadas. Mas uma parte dessa identidade parece estar sendo engolida pela caricatura dos “filhos do agro”: meninos e meninas mimados que confundem dinheiro com importância, bebedeira com personalidade, confusão com coragem e engajamento nas redes sociais com relevância.
O problema nunca foi o agro. O problema é essa geração de personagens que transformou o agro em fantasia de Instagram: chapéu caro, copo na mão, celular gravando e disposição para qualquer baixaria que renda alguns milhares de visualizações.
Barretos merece ser lembrada pela sua tradição e não pelo circo de quem precisa arrumar uma briga para se sentir protagonista.
No fim, enquanto uns disputam likes na base do barraco, outros ajudam a colocar dinheiro onde realmente importa: no hospital que trata gente do Brasil inteiro.
Cada um escolhe o legado que quer deixar.
Márcio Tavares - Presidente PT Novo Horizonte

terça-feira, 25 de agosto de 2026

O QUE O 22 TEM QUE ATRAI TANTO ESSA GENTE?



Primeiro foi Goleiro Bruno, condenado pelo assassinato de Eliza Samudio. Depois, Guilherme de Pádua, condenado pelo assassinato de Daniella Perez. Também tivemos Flordelis, condenada por mandar matar o próprio marido.

Agora aparece Cristian Cravinhos, condenado pela participação no assassinato dos pais de Suzane von Richthofen, declarando voto em Flávio Bolsonaro, do PL, número 22.

E tem mais: Cravinhos ainda revelou que pensa em entrar para a política.É uma sequência de apoios que chama atenção e provoca uma pergunta inevitável:

O que será que essa turma enxerga no 22 para se identificar tanto?

E a ironia fica ainda maior quando alguém condenado por participar de um duplo homicídio justifica seu voto falando justamente em segurança, redução da criminalidade e combate à impunidade.

O Brasil realmente produz cenas que nenhum roteirista teria coragem de escrever.

ROUANET NÃO PODE. PIX DA PREFEITURA PODE?


Sabe o que é curioso em parte do sertanojo ligado ao bolsonarismo? O problema nunca parece ser o dinheiro público é quem recebe.

A Bolsonarista Ana Castela e outros nomes desse universo convivem com um discurso político que adora atacar a Lei Rouanet. Mas, quando aparecem cachês milionários pagos por prefeituras, a indignação misteriosamente desaparece.
Em Novo Horizonte, Zé Neto & Cristiano estão anunciados para a Festa do Peão e, segundo valores divulgados, o show de cerca de duas horas custará aproximadamente R$ 800 mil.
Zé Neto que já atacou a Rouanet e disse que seu cachê era “pago pelo povo”. E nisso ele acertou: é o povo que paga.
Rouanet? “Mamata!”
R$ 800 mil da prefeitura? Abre uma Brahma e aumenta o som!
A contradição chama atenção: criticam um mecanismo que possui regras de prestação de contas, mas fazem pouco barulho quando milhões de reais do dinheiro público financiam shows.
Se a preocupação é realmente com o dinheiro do contribuinte, a cobrança deveria ser a mesma para todos: transparência, fiscalização e prestação de contas seja na Lei Rouanet, seja no palco montado pela prefeitura.
Márcio Tavares - Presidente PT Novo Horizonte-SP

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

LULA VAI ONDE O BRASIL REAL PRECISA DELE: NO HOSPITAL, NÃO NO CAMAROTE



Não, Lula não vai à Festa do Peão de Barretos. Lula vai ao Hospital de Amor. Vai onde tem gente lutando pela vida, levando investimentos para quem realmente precisa.

E não é qualquer um que reconhece isso. Henrique Prata, fazendeiro e responsável pelo trabalho à frente da Fundação Pio XII, mantenedora do Hospital de Amor, já destacou publicamente a importância de Lula e dos recursos destinados à instituição.
Esse é o reconhecimento que vale: de quem conhece hospital por dentro, de médicos, enfermeiros, funcionários, pacientes e famílias que sabem a diferença que investimento público faz quando a doença bate à porta.
Enquanto isso, tem uma turma que brinca de ser “agro”: chapéu caro, camarote, bebida e Hilux zero na fotografia. Adora posar de independente do Estado, mas na hora do crédito subsidiado, incentivo fiscal, financiamento público e renegociação de dívida, ninguém reclama do governo.
Capitalismo no discurso, Estado no boleto.
Lula não precisa disputar espaço em camarote para provar nada a ninguém. Melhor estar ao lado de quem trabalha para salvar vidas do que servir de figurante para quem confunde ostentação com importância.
Entre o copo cheio no camarote e um hospital cheio de gente precisando de atendimento, Lula escolheu o hospital.
E ainda bem.
Hospital de Amor não é palco. É vida. E vida merece muito mais respeito que qualquer festa.

Márcio Tavares - Presidente PT Novo Horizonte-SP

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

MUITO MÍ, MÍ, MÍ

 


Alguns “patriotários” querem jogar no colo do governo Lula o fechamento de lojas da Casas Bahia, repetindo a velha ladainha de que “a economia brasileira está quebrada”.

Pois bem, vamos aos fatos.

O “Louro José” do bolsonarismo, Luciano Hang, parece não ter recebido o memorando sobre essa tal economia quebrada. A Havan faturou R$ 18,5 bilhões em 2025, crescimento de cerca de 16%, e registrou aproximadamente R$ 3,4 bilhões de lucro líquido  o maior de sua história.

Curioso, não?

Se o Brasil estivesse simplesmente “quebrado”, como explicar uma grande varejista batendo recorde de faturamento e lucro justamente no governo Lula?

E o caso da Casas Bahia é bem mais complexo do que a narrativa política tenta vender. A empresa já vinha passando por uma profunda reestruturação financeira e operacional. Em 2025, inclusive, o grupo alcançou GMV recorde de R$ 44,7 bilhões, com crescimento de 8,8% sobre 2024. O comércio eletrônico cresceu 12,1% naquele ano.

O problema é que vender muito não significa necessariamente ter uma empresa financeiramente saudável. Dívidas, juros, despesas, estrutura de custos e decisões administrativas também pesam e muito.

Além disso, o varejo mudou. O consumidor compara preços pelo celular, compra pela internet, recebe em casa e muitas vezes encontra no comércio eletrônico preços menores. Isso naturalmente obriga gigantes tradicionais a reverem o tamanho e o papel de suas redes físicas.

O próprio Magalu mostra essa transformação: em 2025 foram cerca de R$ 65 bilhões em vendas, dos quais aproximadamente R$ 44 bilhões vieram do comércio eletrônico.

Portanto, usar o fechamento de lojas de uma empresa específica como “prova” de que o Brasil inteiro quebrou é transformar um problema empresarial complexo em slogan político.

Se uma empresa fecha lojas, dizem que é culpa do governo.

Quando outra bate recorde histórico de faturamento e lucro no mesmo país e no mesmo período, aí convenientemente esquecem de falar da economia.

Economia séria se discute com dados, contexto e comparação não escolhendo apenas o número que confirma a narrativa política do dia.

Maria Fernandes - Membra do Diretório PT e Empresária do ramo alimentício