Não dá mais para ficar em cima do muro. O Brasil vive um momento de escolha clara, direta, sem maquiagem: de um lado está o projeto que olha para o povo; do outro, o projeto que virou as costas para quem mais precisa.
De um lado, Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente que criou e fortaleceu programas que mudaram a vida de milhões: ProUni, Minha Casa Minha Vida, Bolsa Família, SAMU, Pé-de-Meia. Políticas que colocaram comida na mesa, garantiram estudo para os jovens e deram dignidade para quem sempre foi esquecido.
É o governo que voltou a investir nas cidades, que faz a economia girar de baixo para cima, que entende que o pobre precisa estar no orçamento e não ser tratado como problema.
Do outro lado, Flávio Bolsonaro, herdeiro político de um governo que ficou marcado pelo abandono, pelo descaso e pelo sofrimento do povo brasileiro. Um período em que o Brasil ultrapassou 700 mil mortes na pandemia, enquanto faltava liderança, responsabilidade e compromisso com a vida.
Foi também um tempo em que o país viu o aumento da fome, da miséria e da humilhação. O trabalhador na fila do osso não é narrativa é a imagem cruel de um Brasil que não pode voltar.
E não podemos esquecer do que aconteceu no Ataques de 8 de janeiro de 2023: um atentado contra a democracia, resultado de um ambiente de ódio, mentiras e incentivo ao desrespeito às instituições.
Agora, vamos trazer essa escolha para a nossa realidade.
Em Novo Horizonte, o governo Lula já mostrou presença: recursos para saúde, investimentos em infraestrutura, moradia para quem precisa. Dinheiro que chega e vira obra, vira atendimento, vira dignidade.
E do outro lado? Quatro anos sem investimento, sem compromisso, sem olhar para o povo da nossa cidade.
A pergunta é simples, direta e sem rodeios:
- Quem esteve ao lado do povo quando mais precisou?
- Quem trouxe resultados de verdade para Novo Horizonte?
- Quem merece continuar e quem já mostrou que não tem compromisso?
Essa não é uma escolha qualquer. É uma decisão sobre o presente e o futuro.
O lado está posto. E a história vai cobrar de cada um a escolha que fizer.
Por: Márcio Tavares - Presidente PT Novo Horizonte/SP