Por 48 votos a favor e 25 contra, o Senado decidiu que a memória do país é curta e a vergonha, opcional. Passou o perdão a Bolsonaro e seus “patriotários”, aqueles que quebraram tudo em nome da pátria menos a própria consciência. O recado é claro: para golpista sempre há um jeitinho, um tapinha nas costas, uma borracha jurídica.
Porque quem tentou rasgar a Constituição não merece anistia, merece responsabilização. O Congresso, mais uma vez, escolhe ficar do lado errado da história.
Inimigo do povo brasileiro, cúmplice do atraso, padrinho da impunidade.
Márcio Tavares - Presidente PT Novo Horizonte-SP