Não, Lula não vai à Festa do Peão de Barretos. Lula vai ao Hospital de Amor. Vai onde tem gente lutando pela vida, levando investimentos para quem realmente precisa.
E não é qualquer um que reconhece isso. Henrique Prata, fazendeiro e responsável pelo trabalho à frente da Fundação Pio XII, mantenedora do Hospital de Amor, já destacou publicamente a importância de Lula e dos recursos destinados à instituição.
Esse é o reconhecimento que vale: de quem conhece hospital por dentro, de médicos, enfermeiros, funcionários, pacientes e famílias que sabem a diferença que investimento público faz quando a doença bate à porta.
Enquanto isso, tem uma turma que brinca de ser “agro”: chapéu caro, camarote, bebida e Hilux zero na fotografia. Adora posar de independente do Estado, mas na hora do crédito subsidiado, incentivo fiscal, financiamento público e renegociação de dívida, ninguém reclama do governo.
Capitalismo no discurso, Estado no boleto.
Lula não precisa disputar espaço em camarote para provar nada a ninguém. Melhor estar ao lado de quem trabalha para salvar vidas do que servir de figurante para quem confunde ostentação com importância.
Entre o copo cheio no camarote e um hospital cheio de gente precisando de atendimento, Lula escolheu o hospital.
E ainda bem.
Hospital de Amor não é palco. É vida. E vida merece muito mais respeito que qualquer festa.
Márcio Tavares - Presidente PT Novo Horizonte-SP