Sob o comando do governador bolsonarista Cláudio Castro, o Estado promoveu uma verdadeira chacina, mais de 100 mortos em mais uma “operação” que não leva segurança, apenas luto e revolta para as favelas.
A política de segurança de Castro é a mesma velha receita de sempre bala, sangue e silêncio. Enquanto o governo finge combater o crime, quem morre é o povo pobre, preto e favelado.
O Estado que deveria proteger, mata. O governo que deveria governar para todos, age como inimigo dos que vivem nas periferias. Não há “efeito colateral” quando a morte é o objetivo. Isso não é segurança pública é terror de Estado.
E o silêncio cúmplice das autoridades mostra que, no Rio de Janeiro de Cláudio Castro, a vida na favela continua valendo menos.
Márcio Tavares - Presidente PT Novo Horizonte-SP