terça-feira, 25 de agosto de 2026

O QUE O 22 TEM QUE ATRAI TANTO ESSA GENTE?



Primeiro foi Goleiro Bruno, condenado pelo assassinato de Eliza Samudio. Depois, Guilherme de Pádua, condenado pelo assassinato de Daniella Perez. Também tivemos Flordelis, condenada por mandar matar o próprio marido.

Agora aparece Cristian Cravinhos, condenado pela participação no assassinato dos pais de Suzane von Richthofen, declarando voto em Flávio Bolsonaro, do PL, número 22.

E tem mais: Cravinhos ainda revelou que pensa em entrar para a política.É uma sequência de apoios que chama atenção e provoca uma pergunta inevitável:

O que será que essa turma enxerga no 22 para se identificar tanto?

E a ironia fica ainda maior quando alguém condenado por participar de um duplo homicídio justifica seu voto falando justamente em segurança, redução da criminalidade e combate à impunidade.

O Brasil realmente produz cenas que nenhum roteirista teria coragem de escrever.