Primeiro foi Goleiro Bruno, condenado pelo assassinato de Eliza Samudio. Depois, Guilherme de Pádua, condenado pelo assassinato de Daniella Perez. Também tivemos Flordelis, condenada por mandar matar o próprio marido.
Agora aparece Cristian Cravinhos, condenado pela participação no assassinato dos pais de Suzane von Richthofen, declarando voto em Flávio Bolsonaro, do PL, número 22.
E tem mais: Cravinhos ainda revelou que pensa em entrar para a política.É uma sequência de apoios que chama atenção e provoca uma pergunta inevitável:
O que será que essa turma enxerga no 22 para se identificar tanto?
E a ironia fica ainda maior quando alguém condenado por participar de um duplo homicídio justifica seu voto falando justamente em segurança, redução da criminalidade e combate à impunidade.
O Brasil realmente produz cenas que nenhum roteirista teria coragem de escrever.