É revoltante observar como parte da bancada federal apoiada por Novo Horizonte virou as costas para aquilo que deveria ser básico: proteger nossas matas, nossos rios, nosso meio ambiente enfim, proteger a vida. No episódio do chamado PL da devastação, apenas um deputado honrou de fato os votos recebidos na cidade: Carlos Zarattini, o mesmo que, ao longo dos anos, mais destinou recursos para Novo Horizonte e sempre manteve diálogo com a população.
Enquanto isso, Vinicius Carvalho, Celso Russomanno, Marcos Pereira e Luiz Carlos Motta decidiram seguir na direção oposta, votando por um projeto que, na visão de muitos, abre caminho para o enfraquecimento de garantias ambientais essenciais. Optaram pelo avanço de interesses que caminham na contramão da preservação e da responsabilidade ecológica escolhas que podem custar caro para as futuras gerações.
Em um momento em que o mundo inteiro discute sustentabilidade, mudança climática e o impacto direto da destruição ambiental na qualidade de vida, ver representantes votando por medidas que simbolizam retrocesso é, no mínimo, frustrante.
A população novorizontina merece saber quem defende o futuro e quem, politicamente, escolhe colocar esse futuro em risco.